quarta-feira, 19 de junho de 2013

Bolsa do bebê


   
Um dos itens que mais me preocupei quando estava fazendo meu enxoval foi com a bolsa do bebê. Quis uma cor neutra, já que na verdade a bolsa é muito mais da mamãe do que do neném. Comprei um jogo que vinham duas bolsas, uma menor e uma maior, forrada com um plástico para eventuais derramamentos de mamadeira ou papinha, ou mesmo uma roupa molhada. Mas nunca pensei muito sobre o que colocar na bolsa. Na verdade, a única coisa que me lembrei que colocaria seria fraldas e mamadeiras. Se tivesse levado em consideração mais alguns itens, teria comprado uma bolsa um pouco diferente da que comprei.  Depois que o Leandro nasceu é que percebi outras coisas importantes. Para que você, mamãe grávida, não passe pelo mesmo que eu (pode ser que cometa outros erros, mas espero que com esse post os meus você não cometa, rs), resolver fazer umas postagem sobre isso: A BOLSA DO BEBÊ.

               
          Em primeiro lugar, se preocupe com a funcionalidade da bolsa.  Ela deve ser boa para carregar, mesmo quando estiver mais pesada,  deve ser forrada para os acidentes que comentei acima, e deve ter algumas divisórias, para que você possa separar coisas como roupas sujas da papinha, por exemplo (eca!).

Em segundo, a qualidade do material. Carregamos a bolsa para todo lado, muitas vezes bem pesada, enfiamos em todo canto (tal como embaixo do carrinho) e usamos por bastante tempo. Se ela não for boa, não vai durar nada. Vai ser igual a tênis de moleque bom de bola! Não dura nada! rs

Em terceiro, olhe o tamanho. Eu recomendo que você tenha duas, se puder. Nos 3 primeiros meses achei que a pequena era desnecessária porque carregava a casa toda na bolsa então só usava a grande, mas depois que o meu filho ficou maior, vi que levar a grande para saídas mais rápidas não era muito funcional. Hoje em dia uso mais a pequena e deixo a grande para situações que preciso levar mais coisas, como quando passarei o dia fora.

Em quarto, que tenha um trocador portátil. Mesmo que não seja parte do jogo das bolsas, você pode comprar separado, mas é importante ter um. Já tive que trocar o Leandro em lugares inusitados (o mais inusitado deles foi em cima de um vaso sanitário! Fazer o que, tem horas que não temos escolha, rs), e o trocador acaba tendo dupla função, proteger o local que você está trocando (uma cama, por exemplo) e o próprio bebê quando temos que trocar em lugar sujos, como um banheiro público. Além disso você pode transformar qualquer superfície plana em um bom lugar para trocar o bebê.  Lembre-se de checar se o trocador cabe bem na bolsa, afinal, se ficar apertado, não será usado.

Em quinto, beleza,  pois nesse caso beleza  é importante já que você ficará com a bendita por algum tempo, então não pode enjoar logo.  No meu caso eu evitei cores muito berrantes e bichinhos porque imaginei que enjoaria deles rapidinho, preferi uma corzinha mais beginha, sem muitas firulas.

Existem bolsas bem caras, mas é possível encontrar coisas boas com preços bons. Se você tiver a possibilidade de pedir para alguém trazer de fora para você, faça isso,  é bem provável que valerá muito mais a pena.

Agora para quem já tem a bolsa, quero te dar dicas do que levar dentro dela. Vamos lá:

·     Fraldas – a quantidade vai depender de quanto tempo ficará fora de casa e de quanto o seu bebê usa. O que te recomendo é fazer a conta de quantas vezes provavelmente o trocará, se baseando na rotina dele, e levar umas duas a mais, para não ficar na mão. Provavelmente vai sobrar, mas essa é uma coisa que não pode faltar, não é mesmo? Rs
·     Trocador portátil – pelos motivos que disse acima – proteger o local e o bebê. O meu filho adora fazer xixi na mão de quem está trocando. Sem trocador a bagunça seria ainda maior.
·      Pomada e lenços umedecidos - Para quem está preparando enxoval, até o segundo mês o bebê não deve usar os lenços convencionais porque é muito sensível. Em casa usamos algodão com água morna, mas para sair fica difícil levar isso, por isso providencie lenços específicos para recém nascido.
·    Trocas de roupa – No começo meu filho sujava muitas roupas. Quase todas as suas fraldas vazavam (até hoje não sei bem porque – testei várias marcas, mas sempre vazava), então tinha que carregar um monte de roupas extras para emergência. Era de lei, ia com uma roupa e voltava com outra. Se esse não for seu caso, leve uma troca só. Mas te recomendo ter dois bodies extras, só para garantir.
·    Manta – é sempre bom ter uma na bolsa. Eu comprei umas mantinhas que parecem uma flanela. São ótimas, leves, fáceis de carregar e sempre uso quando quero proteger meu filho do vento, sol ou chuva. Nos dias mais frios ou quando o passeio durará até a noite, levo uma mais quentinha.
·   Brinquedos – se ele for recém-nascido, não precisará porque a sua mão é o brinquedo mais interessante que existe no mundo todo, rs, mas se for maiorzinho, tenha pelo menos dois brinquedinhos que sabe que irão distrai-lo. Quanto maior o tempo do passeio, maior a quantidade de brinquedos necessários.
·    Remédios – durante a época das cólicas, aconteceram algumas vezes  de ele ter cólica e eu procurar o remédio e ter esquecido, então decidi deixar um permanente na bolsa. Sempre deixo um para gases e um analgésico/antitérmico morando na bolsa para garantir que terei quando necessário, sem  precisar me lembrar de pegar todas as vezes que sair de casa.   
·    Papinhas e mamadeiras – gosto de levar sempre a mais, para um congestionamento inesperado por exemplo. Além delas, estou deixando uma colherzinha morando na bolsa para evitar esquecimentos.
·  Capa de amamentação – para quem amamenta, recomendo. Eu me senti bem melhor em utiliza-la quando amamentava em público. É incrível como tem gente curiosa que gosta de avaliar bem a “mamadeira” do bebê. Super constrangedor. Falta de bom senso – e até de educação. Preferi para ficar um pouquinho mais velada.
·  Babador – Para alimentação em público, quando haverá papinha envolvida.
·   Fralda de pano e paninho de boca – sempre bom ter por perto. Elas servem para muitas situações, tal como golfadas inesperadas (Oh negócio que deixa a mamãe numa saia justíssima, né?).
·    Chupetas – para os bebês que usam, não podemos esquecer jamais! Sempre carrego pelo menos duas, para o caso de uma cair e não ter como higienizar.
·   Álcool em gel ou bactericida– Gosto de ter na bolsa. Muitas vezes sujamos a mão no passeio, e precisamos pegar o bebê ou mesmo dar a papinha e não há onde lavar as mãos. Parece frescura mas quebra um galhão. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário